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“Título reformulado: Declaração de Alckmin causa desânimo em muitos brasileiros”

Consumidores Brasileiros Reagem à Nova Taxação de Compras em Sites Estrangeiros

Os consumidores brasileiros estão descontentes com o anúncio do governo federal de que passará a taxar todas as compras feitas pelos brasileiros em sites estrangeiros. Até então, existia uma regra que isentava encomendas internacionais de até US$ 50 enviadas e recebidas por pessoas físicas.

O governo afirma que o benefício está sendo usado de maneira indevida por varejistas internacionais, como empresas como Shein, Shopee e AliExpress, que se declaram pessoas físicas para enviar produtos para o Brasil sem pagar imposto. Em resposta, o governo pretende editar uma medida provisória para extinguir a cota de US$ 50 livre de tributação, além de criar regras para ampliar a fiscalização das importações.

As empresas de comércio eletrônico asiáticas, conhecidas por oferecer produtos a preços baixos e com grande variedade, despertaram o interesse dos brasileiros nos últimos anos. Porém, varejistas nacionais reclamaram que a isenção promoveu uma competição injusta e estão a favor da decisão do governo.

Em uma entrevista recente, o vice-presidente Geraldo Alckmin refletiu sobre essa situação e deixou os compradores das gigantes asiáticas ainda mais desanimados. Segundo ele, o comércio eletrônico no Brasil deve ser baseado em uma concorrência leal incentivada com o fim da isenção de impostos.

“O comércio eletrônico é positivo, agora nós precisamos ter uma concorrência leal. Não podemos ter uma concorrência desleal, com alguém com comércio aqui implantando, pagando impostos, gerando emprego, tendo um tipo de tributação, e outro tipo de tributação fazendo uma concorrência que não é leal. Esse é o objetivo [da mudança], apenas esse”, afirmou Alckmin, que também é ministro da Indústria.

As mudanças anunciadas pelo governo têm como objetivo beneficiar o consumidor, agilizando o processo de liberação das compras online, além de garantir segurança e qualidade.

“A partir das informações prestadas pelo vendedor legal, ainda em trânsito para o país, os produtos terão o processo de liberação agilizado, beneficiando o consumidor”, disse o governo em nota.

Em vez de simplesmente pagar a taxa, os consumidores podem procurar por alternativas, como lojas nacionais que oferecem produtos semelhantes, compras em grupos para dividir o custo da taxa e compra de itens que têm um preço mais acessível no Brasil.

Em conclusão, a taxação de todas as compras feitas pelos brasileiros em sites estrangeiros está gerando descontentamento entre os consumidores locais. A regra anterior que isentava encomendas internacionais de até US$ 50 enviadas e recebidas por pessoas físicas não será mais válida, o que levará a uma mudança significativa nos preços dos produtos. No entanto, essas mudanças visam incentivar a concorrência justa e garantir a segurança e a qualidade dos produtos importados.

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